Publicado por: Junior de Bortoli | 3 abril, 2009

Construtora implanta práticas esportivas aos funcionários

Exercícios de Pilates, Combat, alongamento e abdominal agora fazem parte da rotina dos quase 60 funcionários da Construtora Baggio em Curitiba. A empresa está implantando seu Programa de Qualidade de Vida, que oferecerá aulas de diversas modalidades esportivas na própria sede da construtora.

“Esse projeto pretende ao mesmo tempo integrar e motivar nossos colaboradores. Trazer mais saúde para a rotina deles e ainda estender esses benefícios a seus familiares também é uma forma de mostrar a preocupação da empresa com a qualidade de vida de cada um, que sem dúvida se reflete na produtividade e nos serviços prestados a nossos clientes”, explica Blanca Baggio, diretora comercial da construtora.

Fonte: Simone Meirelles

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Publicado por: Junior de Bortoli | 1 abril, 2009

Contatos Imediatos

Os franqueados da Mostra Morar Mais em Curitiba, arquitetos Francisca Cury e Léo Pletz, estiveram em São Paulo na última semana. Além de conhecer as últimas tendências da área de designer de interiores na Revestir – Feira Internacional de Revestimentos, eles aproveitaram para alinhar parcerias para 3ª edição da mostra em Curitiba, que já está confirmada para o mês de setembro.

Fonte: Silvia Costa

Publicado por: Junior de Bortoli | 17 março, 2009

SBR investe R$ 20 milhões na primeira fábrica de pisos ecológicos do Brasil

A crise econômico-financeira internacional não atemorizou os empresários da SBR, empresa de capital 100% nacional, diante do desafio de investir cerca de R$ 20 milhões para erguer, em Paulínia-SP, na Região Metropolitana de Campinas, a mais moderna fábrica de pisos de elevada qualidade do país, totalmente integrada aos preceitos de respeito ao meio ambiente, em todas as etapas da produção e distribuição dos materiais.

A planta industrial, atualmente na etapa de montagem dos equipamentos, será a primeira da América Latina a contar com a tecnologia de ponta da empresa italiana Breton – há 14 outras unidades industriais em todo o mundo, entre Estados Unidos, Europa, Ásia e Oriente Médio. A indústria terá o processo produtivo totalmente automatizado e com tecnologia que oferece garantia de qualidade a cada peça, conferindo aos produtos alto padrão de acabamento, resistência e durabilidade.

A flexibilidade do processo produtivo permitirá ainda a produção de peças personalizadas, garantindo a arquitetos e especificadores a possibilidade de desenvolver projetos exclusivos, de altíssimo padrão, de forma inédita no segmento de indústrias de elevada capacidade – a fábrica terá potencial de produção de 2 mil m² por dia, situando-se na mesma faixa dos grandes produtores de cerâmica brasileiros.

Meio ambiente

A marca escolhida pela empresa para oferecer seus produtos ao mercado brasileiro, EcoPietra, remete de forma consistente aos conceitos ecológicos de produção, presentes na origem da matéria-prima – pedras obtidas da britagem de materiais descartados por pedreiras de mármore, granito, quartzos e quartzitos –, e na tecnologia que, por utilizar basicamente areias, água, cimento, corantes e aditivos usualmente empregados nas massas de cimento, não requerem o uso intensivo de energia, elétrica ou de combustíveis não-renováveis, como o óleo diesel, comumente empregados em larga escala para a queima dos produtos cerâmicos.

A água utilizada no processo será tratada em estação de tratamento própria e reaproveitada, com as sobras devolvidas à natureza com elevado grau de pureza. Os equipamentos hidrossanitários serão economizadores de água e projeto da fábrica contempla a utilização intensiva de iluminação natural, diminuindo o consumo de energia. Haverá coleta seletiva de lixo, com certificação da destinação final dos resíduos.

Além disso, os veículos da empresa serão movidos por combustíveis renováveis (etanol, biodiesel) e será implementado processo de compensação das emissões de carbono com o plantio de árvores nos 20 mil m2 do terreno da fábrica e em áreas próximas, no município de Paulínia. A empresa pretende desenvolver, em conjunto com órgãos públicos e de capacitação de mão-de-obra, como o Senai, por exemplo, cursos para formação de aplicadores dos pisos, contribuindo para aumentar o índice de emprego regional.

“Teremos uma fábrica totalmente limpa, regida pelas normas ISO 9002 e ISO 14.000, relacionada ao meio ambiente, e que disponibilizará ao mercado da construção civil brasileira os pisos cimentícios da mais elevada qualidade, durabilidade e precisão no acabamento. Assim, poderemos garantir a perfeita execução do piso e a possibilidade de personalização, oferecendo a arquitetos e projetistas as mais variadas opções, num estímulo à criatividade e à exclusividade”, explica o engenheiro Antonio Sergio Reganati, sócio-diretor da SBR. “A linha EcoPietra concorrerá, com vantagens, com as cerâmicas de alto padrão”, afirma ele.

Fonte: Larissa Haack

Publicado por: Junior de Bortoli | 4 março, 2009

Lopes se diz preparada para enfrentar crise

A Lopes, maior imobiliária do Brasil, que divulgou na semana retrasada o balanço das operações em 2008, se diz muito mais bem preparada para este momento difícil da economia mundial do que qualquer um de seus concorrentes. E atribui esse preparo à reestruturação iniciada no terceiro trimestre de 2008, quando o primeiros efeitos da turbulência internacional começaram a se fazer sentir, com redução de pessoal, baixa de ativos e eliminação de projetos de tecnologia e recursos humanos.

Em seu balanço, a empresa incluiu em seus demonstrativos parte dos ajustes necessários para adequar-se às novas regras contábeis. Para isso,a Lopes adotou dois pronunciamentos técnicos emitidos recentemente pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Um deles é o que se refere a pagamentos feitos com suas ações. Com a adequação, que modifica a forma de contabilização das despesas com esses programas, a Lopes registrou um impacto negativo de R$ 6,3 milhões. Outro impacto contábil negativo registrado pela consultoria de imóveis envolveu o registro de gastos pré-operacionais, cujo volume totalizou R$ 10 milhões em 2008. Pela metodologia da lei 11.638, que aproximará os demonstrativos contábeis das empresas locais à contabilidade internacional, a Lopes registrou prejuízo de R$ 66,9 milhões ao longo do ano passado.

Em 2007, foram R$ 2,2 bilhões em vendas contratadas contra R$ 1,6 bilhão em 2008, uma queda de 26%. Do total de vendas, São Paulo representou quase R$ 4,8 milhões e o Rio de Janeiro, R$ 2 milhões. Em unidades, o montante chega a quase 39 mil, sendo que o segmento econômico representa 38% do total desses imóveis. Flavio Suplicy, diretor-executivo da empresa, diz que a estratégia para enfrentar a crise é baseada em consultoria de produto, geração de oportunidades de vendas e conversão dessas oportunidades em negócios.

Fonte: Gazeta Mercantil

Publicado por: Junior de Bortoli | 4 março, 2009

Pacote para construção de 1 milhão de moradias deve sair em 15 dias

O governo federal deve anunciar em 15 dias o pacote de habitação que pretende construir 1 milhão de moradias populares até 2010. Inicialmente a proposta se baseia em subsidiar os financiamentos para quem tem renda familiar de até dez salários mínimos. Também está em estudo a criação de uma espécie de fundo garantidor para preservar o financiamento do imóvel em caso de demissão do responsável pela compra.

O presidente da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), Adalberto Valadares, afirmou que esses dois pontos são dos principais da pacote de habitação a ser anunciado até o final do mês em Brasília. Segundo ele, o fundo garantidor será capaz de assegurar ao trabalhador, que mesmo desempregado, ele poderá receber uma espécie de proteção para manter seu financiamento embora sem condições aparentes de pagá-lo.

Valadares se reuniu na terça-feira com os ministros Dilma Rousseff (Casa Civil), Guido Mantega (Fazenda) e Márcio Fortes (Cidades), no Palácio do Planalto. De acordo com o empresário, ainda há alguns pontos indefinidos no pacote e que necessitam ser negociados com o setor da construção civil.

A principal reivindicação dos empresários é para que ocorra a desoneração de ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) em cerca de 200 produtos da área de construção civil. “[Mas] não tem nada necessariamente pegando. O governo está construindo um programa para dar certo”, afirmou Valadares.

Em várias reuniões com ministros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o pacote só poderá ser executado se houver contrapartida dos Estados e municípios. Ele já pediu apoio dos governadores do Nordeste, que manifestaram boa vontade em colaborar com a União na implementação das medidas.

Fonte: Folha de São Paulo

Publicado por: Junior de Bortoli | 4 março, 2009

Lucro global da Holcim cai; previsão é de demanda estável no Brasil

Holcim, um dos maiores produtores mundiais de cimento, anunciou hoje queda de 51% no lucro líquido e corte de 62% nos investimentos este ano, diante da crise econômica global.

Para 2009, o grupo suíço projeta persistente declínio na demanda global por material de construção, mas faz uma nuance. Acha que o mercado será “mais estável” na América do Sul “e particularmente no Brasil”.

Em 2008, o lucro líquido foi cortado pela metade, ficando em US$ 1,8 bilhão. A empresa fechou 100 locais de produção no mundo. Paralisou a produção de plantas nos EUA com capacidade anual de 1,4 milhão de toneladas.

Para 2009, prevê baixar os investimentos de US$ 1 bilhão, para US$ 340 milhões. Os projetos de expansão serão diminuídos, de US$ 2,9 bilhões para US$ 2,1 bilhões.

No Brasil, onde é o quarto maior fabricante de cimento, Holcim já anunciou no final do ano passado o congelamento dos planos de construir uma nova fábrica e de uma nova linha de moagem em Pedro Leopoldo (MG), que juntos somavam R$ 1,5 bilhão.

A empresa avalia que em 2009 as vendas de material de construção vão continuar em queda na Europa e nos EUA, mais estáveis na América do Sul, expandindo na África e Oriente Médio. Na Ásia Pacífico, a expectativa é de que a demanda no setor de construção aumente por causa de projetos de infraestrutura anunciados para combater a crise economica.

O grupo suíço espera resolver o problema da nacionalização de sua fábrica na Venezuela. O governo de Hugo Chávez já assumiu o controle da Holcim Venezuela “sem pagar a compensação acertada de US$ 550 milhões”. O grupo diz que poderá recorrer a um tribunal, em Washington (EUA).

Fonte: Valor Econômico

Estão abertas as inscrições para o cargo de diretor administrativo da Caixa de Assistência dos Profissionais do CREA-PR. As inscrições podem ser protocoladas até o dia 27 de março. A eleição será no dia 6 de maio em local a ser divulgado no mês de abril. O regulamento eleitoral está disponível no site do CREA-PR (www.crea-pr.org.br), link Eleições Mútua 2009.
Fonte: CREA-PR

A Audiência Pública do Concurso Nacional de Anteprojeto de Arquitetura para a Nova Sede, lançado pelo CREA-PR em janeiro, acontece no dia 3 de março. A audiência será realizada no auditório do Sinduscon/PR, às 9h, localizado na Rua da Glória, 175, no Alto da Glória.

O objetivo do evento é explicar a ação, orientar os inscritos e solucionar dúvidas. Na oportunidade serão realizadas palestras sobre os temas Sustentabilidade e Acessibilidade, conceitos previstos no concurso. Na mesma data, inscritos e interessados poderão visitar o terreno de 2,6 mil metros quadrados onde será erguido o novo prédio da sede, em Curitiba, na Rua Mateus Leme, 824.

O concurso é organizado pelo Instituto dos Arquitetos do Brasil – Seção Paraná (IAB-PR), com apoio da Prefeitura Municipal de Curitiba e é aberto a arquitetos de todo o País, desde que estejam devidamente registrados e quites em uma das unidades regionais do Sistema CONFEA/CREAs.

As inscrições para o concurso seguem até dia 27/03 e o edital está disponível para consulta no site do Conselho (www.crea-pr.org.br), ícone Concurso Público Nacional de Arquitetura Nova Sede CREA-PR.

Fonte: CREA-PR

Publicado por: Junior de Bortoli | 25 fevereiro, 2009

Comissão Nacional de Ética tem coordenação do Paraná

A arquiteta Ana Carmen de Oliveira, conselheira do CREA-PR, coordenará a Comissão de Ética e Exercício Profissional do CONFEA, criada este ano pelo Sistema. Ana é coordenadora da Comissão de Ética do CREA-PR e foi eleita por mais de 20 representantes dos Conselhos presentes na primeira reunião.

Segundo Ana, o plano de trabalho da comissão já está feito e um dos trabalhos será levantar informações dos CREAs sobre os procedimentos adotados com relação aos processos éticos, sistematizá-los e padronizá-los. Outro destaque é a realização de palestras em todos os Estados enfatizando o Código de Ética Profissional, com foco na responsabilidade profissional.

O trabalho da comissão nacional culminará num Tribunal de Ética, ou seja, a instância de julgamentos das questões éticas no Sistema, avalia. E nesse sentido, diz Ana Carmen, o trabalho realizado pelo CREA-PR junto às Câmaras Especializadas e entidades de classe será um importante parâmetro. O Paraná avançou na sistematização dos processos e em como avaliá-los. Isso sem dúvida auxiliará no trabalho da Comissão Nacional de elevar o nível das questões referentes à ética no Sistema, diz.

Outro avanço foi o trabalho desenvolvido pelo CREA-PR junto às entidades de classe para criação de Comissões de Ética nas organizações. É um exemplo para todo o Sistema CONFEA/CREA. O trabalho é coordenado por Claudemir Prates, da Assessoria de Apoio às Entidade de Classe do Conselho, e foi apresentado no I Encontro Nacional dos Coordenadores de Comissões de Ética dos CREAs, que aconteceu em novembro, em Brasília.

Fonte: CREA-PR

Publicado por: Junior de Bortoli | 20 fevereiro, 2009

Construindo o Futuro

A segunda reunião do Projeto Construindo o Futuro está marcada para o dia 11 de março, às 19h, no auditório do Sebrae (Rua Caeté 150, Prado Velho). O tema da palestra é : “ Construção Civil em Curitiba – Perfil das Liberações” e será proferida por Henrique Lago e Marcos Katlin, da Brain Consultoria Empresarial.

O projeto foi implantado pelo Sistema Fiep, Sebrae-PR, Crea-PR, Asbea-PR, ABCP, Acomac e Unicuritiba, em parceria com o Sinduscon-PR e visa fortalecer o setor da construção.

Publicado por: Junior de Bortoli | 20 fevereiro, 2009

Há vagas

A Enger, empresa de engenharia que atua como prestadora de serviços de gerenciamento de empreendimentos nas fases de implantação, operação e manutenção abriu oito vagas para arquitetos e engenheiros com necessidades especiais.  A empresa também está à procura de um engenheiro civil para fiscalização de obras e contratos da FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação) para atuar em São Paulo. Saiba mais pelo site: www.enger.com.br  ou envie seu currículo para: piniempregos@pini.com.br

Fonte: Piniweb

Publicado por: Junior de Bortoli | 20 fevereiro, 2009

As 10 mais

Deca, Suvinil, Philips, Atlas Schindler, Portobello, Vidrotil, Springer Carrier, Osram, Coral, Giroflex são as dez marcas mais votadas no Top Marcas 2009 da Revista Projeto Design.

Fonte: Projeto Design

Publicado por: Junior de Bortoli | 20 fevereiro, 2009

Museu do Saneamento

Com valor estimado em 15 milhões de reais e projeto assinado pelos arquitetos Lilian e Renato Dal Pian, o Museu do Saneamento foi desenvolvido para a Fundação Energia  e Saneamento de São Paulo. O empreendimento será erguido no terreno da SABESP, na Avenida do Estado e vai fazer parte do circuito formado pela Pinacoteca de São Paulo, Museu da Língua Portuguesa e Mosteiro do Carmo.

As obras tiveram início em 2009.

Fonte: Projeto Design

Publicado por: Junior de Bortoli | 20 fevereiro, 2009

Revestir

De 24 a 27 de março acontece a 7 edição da Revestir, Feira Internacional de Revestimentos no Transamérica Expo Center em São Paulo. Mais informações: www.exporevestir.com.br

Publicado por: Junior de Bortoli | 19 fevereiro, 2009

Concurso para Infraero

A Infraero publicou edital de concurso para formação de cadastro de reservas em diversos cargos de nível médio, técnico e superior em todo o país. No Paraná, há vagas para a cidade de Londrina. Os interessados podem se inscrever até o dia 03 de abril no site da Fundação Carlos Chagas – www.concursosfcc.com.br .

Publicado por: Junior de Bortoli | 19 fevereiro, 2009

Oportunidade para recém-formados na Leroy Merlin

As inscrições para o Programa Jovens Profissionais da Leroy Merlin podem ser feitas pelo site www.leroymerlin.com.br . A empresa pretende contratar até junho jovens formados há no máximo três anos.

Publicado por: Junior de Bortoli | 19 fevereiro, 2009

Quero construir 1 milhão de casas populares até 2010, diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou que quer ampliar o número de novas moradias populares. Segundo ele, num primeiro momento, o governo queria construir 200 mil casas. Mas, em seguida, esse número subiu para 500 mil. “Mas, eu quero um milhão de casas até 2010”, disse Lula, acrescentando que isso seria para reativar a construção civil, dar emprego para mão de obra menos qualificada. “Isso que vai dinamizar a economia”, disse.

Na semana passada, em inauguração de obra em favela do Rio, o presidente já havia adiantado que o governo anunciaria em breve um programa para a construção de 500 mil casas populares.

A meta faz parte do núcleo do pacote de estímulo à construção civil, que pode ser reapresentado até o fim da semana. “Não gostei do que foi apresentado. Pedi para refazer alguns estudos e ele pode ser reapresentado a mim até sexta-feira”, disse Lula.

O presidente disse que quer uma proposta que gere mais emprego, venda casa mais barata, atendendo, principalmente, a população mais carente. Segundo ele, o que o desagradou na versão apresentada anteriormente é que tinha “muito penduricalho”, e algumas questões relacionadas a juros, “que temos que tirar”.

O governo já havia anunciado a meta e garantiu que haveria também medidas para a classe média, como a correção do teto do valor do imóvel a ser adquirido pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) dos atuais R$ 350 mil para R$ 500 mil.

O Planalto aposta suas fichas na construção civil por ser um setor que emprega muito e acolhe trabalhadores com pouca qualificação.

O público preferencial do pacote são as famílias com renda mensal até cinco salários mínimos (R$ 2.075,00). Segundo dados do Ministério das Cidades, o déficit habitacional do País é de 7,2 milhões de moradias, e 54% desse montante está concentrado nas famílias com renda entre R$ 600 e R$ 1,6 mil. É também esse grupo que responderá por 47% da demanda por imóveis nos próximos 15 anos.

Lula afirmou ainda que o caminho para conter o desemprego é negociação das empresas com o sindicato, mas descartou intervenção: governo só entrará na conversa se empresas e sindicatos pedirem.

O presidente disse que não é momento de nenhum setor se precipitar, reduzindo postos de trabalho. “Vamos continuar conversando com todos os setores porque eu tenho esperança de que a economia vai dar um salto e vai se recuperar”, acrescentou.

Publicado por: Junior de Bortoli | 19 fevereiro, 2009

Empresário espanhol e Agra compram a Abyara

O polêmico empresário espanhol Enrique Bañuelos é o mais novo protagonista do mercado imobiliário brasileiro. Ontem, ele fechou, junto com a Agra, a compra do controle da incorporadora Abyara. A Veremonte Participações, empresa de investimentos do espanhol, ficará com 70%, e a Agra, com os demais 30% da empresa.

O pagamento será feito em dinheiro em até cinco anos, de acordo com uma fonte que acompanhou as negociações. Será feito também aporte de capital no valor de R$ 100 milhões na Abyara para que a empresa possa concluir seus projetos. Os atuais administradores da Agra ficariam à frente das duas empresas.

Os fundadores da Abyara – Celso Minoru Tokuda, Arnaldo Curiati e Emilio Westermann – e o fundo imobiliário do banco Morgan Stanley são os detentores dos 62% de participação que estão sendo vendidos. Do lado dos vendedores, o mediador foi o Morgan Stanley. O Bradesco BBI assessorou a Agra, segundo a fonte. O espanhol teria negociado sozinho.

Conforme a fonte, a negociação com Bañuelos foi condicionada à reestruturação das dívidas da companhia com sete bancos: Bradesco, Unibanco, HSBC, UBS Pactual, Votorantim, Fibra e ABC. A reestruturação já foi concluída. Os bancos teriam concordado com o alongamento da dívida, com carência de três anos para pagamento.

Parte da dívida da Abyara também será paga com terrenos da companhia. O endividamento total da Abyara, em 30 de setembro de 2008, era de R$ 444,809 milhões. A dívida líquida estava em R$ 387,744 milhões.

Na semana passada, foi noticiado que as conversas entre o espanhol e a Abyara estavam avançadas. Dois dias depois, a Abyara confirmou que as negociações existiam.

HOLDING

No começo de fevereiro, a Agra já havia feito negócios com Bañuelos. A Veremonte Participações comprou 6,6% da companhia. Em reportagens publicadas na Espanha, o nome da Agra aparecia na lista de alvos do empresário, que chegou a ser um dos 100 homens mais ricos do mundo em 2007, de acordo com a revista Forbes.

Bañuelos, hoje uma estrela decadente no mercado imobiliário espanhol, está de olho nas empresas brasileiras desde o ano passado. Depois de ser processado pela Justiça espanhola por administração desleal e manipulação das ações da sua Astroc, hoje em concordata, ele teria escolhido o Brasil para se reerguer. Por aqui, já teria contratado 10 funcionários para tocar futuros negócios.

Ciceroneado pelo empresário brasileiro Israel Klabin, o espanhol tem feito viagens constantes a São Paulo e Rio de Janeiro desde outubro, a bordo do seu jato particular, um Falcon 900. Seu objetivo é formar uma holding com seis a dez empresas imobiliárias. Além de Abyara e Agra, fala-se em Tecnisa, Rossi, Klabin Segall e Even.

Como o empresário saiu arruinado da crise, a grande dúvida é a origem do dinheiro para bancar o novo projeto. Uma reportagem publicada recentemente no jornal espanhol El Mundo relembra que a Astroc foi construída do nada: “Sua estratégia de negócio foi especular com terreno – comprar barato para vender caro. Utilizando informação privilegiada, adquiriu milhões de metros quadrados de solo rústico que se requalificaram.”

NÚMEROS

·         R$ 100 milhões deve ser o aporte de capital feito na Abyara para que a empresa possa concluir seus projetos

·         R$ 444,8 milhões era o endividamento total da empresa em 30 de setembro

·         R$ 387,7 milhões era a dívida líquida da empresa

Fonte: O Estado de São Paulo

Publicado por: Junior de Bortoli | 19 fevereiro, 2009

Usina de Jirau é paralisada pelo Ibama por usar área não autorizada

Apesar de ter tido financiamento de R$ 7,2 bilhões aprovado pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), a usina hidrelétrica Jirau, no rio Madeira (RO) está com as obras paralisadas depois de parte do canteiro ter sido embargado pelo Ibama local. O consórcio Energia Sustentável do Brasil, responsável pela obra, alega que não há condições de a obra ser iniciada sem a liberação do trecho embargado.

Segundo o órgão ambiental, foi constatado em fiscalização rotineira, que a obra para a construção de uma barragem partia de um ponto que não está na área autorizada. O trecho foi embargado e as obras de implementação da usina estão paradas desde segunda-feira.

O consórcio Energia Sustentável do Brasil, formado pelas empresas Suez Energy, Eletrosul, Chesf e Camargo Corrêa, confirmou a paralisação das obras e contestou a determinação do Ibama. Segundo informações da assessoria de imprensa do consórcio, a área em questão estava dentro da autorização dada pelo Ibama nacional. O consórcio avalia ainda se vai recorrer das multas aplicadas.

Ainda de acordo com o consórcio, estava prevista a contratação de 1 mil pessoas nesta fase inicial, e que, devido ao embargo, esses planos estão suspensos.

A autorização preliminar liberava a instalação do canteiro de obras no local. Estava sendo feita a construção de uma ensecadeira, termo técnico para a instalação de uma espécie de dique para manter o local da obra seco.

O Ibama multou o consórcio em R$ 975 mil pela construção da barragem. Antes, os responsáveis pela obra já haviam sido autuados em R$ 475 mil, acusados de desmatar floresta nativa em área de preservação permanente.

O BNDES informou que solicitará esclarecimentos ao consórcio em relação ao embargo da hidrelétrica. O banco acrescentou que não liberará recursos para a obra enquanto a empresa não regularizar a situação e apresentar toda a documentação correspondente.

Fonte: Folha Online

Publicado por: Junior de Bortoli | 19 fevereiro, 2009

Programa de hidrovias vai exigir investimento de R$ 18 bilhões

O Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre) apresentará no próximo mês um programa de hidrovias que demandará investimentos de R$ 18 bilhões. Serão feitas 20 eclusas (elevadores que permitem a navegabilidade em desníveis de água) nas hidrovias dos rios Tocantins, Teles Pires-Tapajós e Paraná-Tietê. Esta última é a principal hidrovia do programa e terminará a 140 quilômetros do porto de Santos (SP), próxima a uma ferrovia, o que facilitará a exportação da carga transportada.

As obras de ampliação e adequação da hidrovia Paraná-Tietê, além da construção de 12 eclusas, custarão R$ 8 bilhões e ampliarão a capacidade de transporte de carga da via dos atuais 5 milhões de toneladas ao ano para 30 milhões de toneladas/ano. Ela passará de 800 quilômetros navegáveis para 2.000 quilômetros. “Eu não faço 1.200 quilômetros de rodovia nessa região com R$ 8 bilhões. O custo torna o Brasil muito mais competitivo”, afirmou o diretor-geral do órgão, Luiz Antônio Pagot.

A hidrovia escoará a carga dos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, São Paulo e Minas Gerais, principalmente soja, açúcar, álcool e biocombustíveis. A hidrovia do Tocantins terá 2.200 quilômetros, com capacidade para o transporte de 3 a 5 milhões de toneladas de carga. A ampliação e construção de três eclusas na via custará R$ 2 bilhões. Já a Teles Pires-Tapajós custará R$ 5 bilhões e também transportará 3 a 5 milhões de toneladas de carga. Serão construídas cinco eclusas e a hidrovia terá 1.570 quilômetros.

Fonte: Folha Online

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