Publicado por: Junior de Bortoli | 19 fevereiro, 2009

Construção de casas novas atinge menor patamar em 50 anos nos EUA

O número de permissões de construção e obras de casas novas em andamento nos Estados Unidos em janeiro atingiu o nível mais baixo em meio século de publicação do indicador, informou nesta quarta-feira o Departamento de Comércio.

A construção de casas novas nos Estados Unidos caiu 16,8% em janeiro devido à queda da atividade em todo o país. A retração, no entanto, foi menor do que esperavam os analistas, que apontavam diminuição para 530 mil unidades, ante os 466 mil verificados. O patamar é o mais baixo desde que o Departamento do Comércio começou a pesquisa, em 1959, e se compara com as 560 mil unidades iniciadas em dezembro.

Os pedidos de permissão de construção, considerado um termômetro da atividade futura, também se reduziram, em 4,8%, a 521 mil unidades, ligeiramente abaixo das expectativas dos economistas. Antes estes dados, os presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, divulga hoje, no Arizona, seu plano contra execuções hipotecárias, que custará cerca de US$ 50 bilhões.

O plano do governo americano para enfrentar os problemas do setor imobiliário prevê a ajuda para reestruturar ou refinanciar as dívidas de 9 milhões de famílias, de modo a evitar novos despejos. O plano estabelece ainda mais ajuda federal às gigantes do setor imobiliário Fannie Mae e Freddie Mac, severamente afetadas pela crise dos créditos “subprime”, de modo a reforçar o nível de confiança no sistema de hipotecas como um todo.

Fonte: Folha Online

Anúncios
Publicado por: Junior de Bortoli | 18 fevereiro, 2009

EUA pagarão um preço ainda maior se crise imobiliária avançar, diz Obama

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, avalia que todos os americanos estão pagando um preço pela crise hipotecária em curso no país e todos poderão pagar “um preço ainda maior” se a crise avançar. A afirmação foi feita em discurso no Estado do Arizona para anunciar um programa de habitação que prevê beneficiar até 9 milhões de proprietários com dívidas hipotecárias.

“No fim, todo nós estamos pagando um preço por essa crise hipotecária. E todos nós vamos pagar um preço ainda maior se permitirmos que ela se aprofunde”, disse o presidente, onde anunciou as medidas. “Mas se agirmos de modo ousado e rápido para deter essa espiral descendente, todos os americanos vão se beneficiar.” Obama destacou que dissipar este problema que atinge as famílias americanas é dar um passo importante ara recuperar a economia dos EUA.

O pacote para socorrer os mutuários americanos estava orçado inicialmente em US$ 50 bilhões (cerca de R$ 115 bilhões), mas a proposta de Obama prevê um montante de US$ 75 bilhões para financiar, inicialmente, entre 3 milhões e 4 milhões de “proprietários responsáveis”. O governo prevê ainda que a iniciativa impeça uma queda de US$ 6.000 no valor de cada moradia.

O plano do governo para o mercado imobiliário deve facilitar o caminho para que, primeiro, mutuários que têm suas hipotecas com as gigantes do setor Fannie Mae e Freddie Mac refinanciem suas dívidas a taxas mais baixas. O presidente destacou que muitas dessas pessoas hoje têm nas mãos hipotecas com um valor financiado maior que o atual valor de mercado de suas casas.

Segundo dados da agência Moody’s, cerca de 52 milhões de americanos possuem hipoteca. Desses, 13,8 milhões, ou aproximadamente 27% do total, têm hipotecas cujos valores superam o preço de suas casas. “Essas famílias não conseguem vender suas casas e não conseguem refinancia-las. Dessa forma, no caso de uma perda de emprego, as opções ficam limitadas”, disse. As duas empresas passarão a poder refinanciar hipotecas de mutuários que devem 80% do valor do imóvel –o que até o momento não era permitido. “Meu plano é remover essa restrição para que elas possam refinanciar hipotecas que já estão sob sua garantia”, disse Obama.

O governo pretende ainda com o novo plano criar incentivos para que credores e mutuários possam modificar os termos dos financiamentos “subprime” (de clientes de maior risco) de imóveis em risco de inadimplência e despejos. Segundo Obama, esse tipo de financiamento representa apenas 12% do total de hipotecas, mas responde por mais de 50% dos despejos.

Segundo o presidente, a falta de um procedimento padrão para atender quem busca a renegociação da dívida também é um obstáculo para a solução do aumento da inadimplência. Obama lembrou que, quando famílias com hipotecas “subprime” procuram os credores para renegociar suas dívidas, acabam envolvidas em “um labirinto de regras mas raramente encontram soluções”. “Algumas empresas querem renegociar; outras não. A possibilidade de reestruturar sua dívida depende do local onde você mora, da empresa que garante sua hipoteca ou mesmo do agente que por acaso atenda o telefone no dia em que você ligar”, afirmou.

Nesse sentido, o governo deve, em duas semanas, apresentar diretrizes para padronizar o procedimento de renegociação dos financiamentos. “Qualquer instituição que deseje receber assistência financeira do governo e modificar os termos de hipotecas residenciais, terá de fazer isso segundo essas diretrizes”, disse Obama.

Além disso, o programa estabelece que as empresas que participarem terão de reduzir os pagamentos mensais de seus mutuários a “não mais que 31% de seus salários”. “Isso vai capacitar de 3 milhões a 4 milhões de proprietários a modificar os termos de suas hipotecas a fim de evitar o despejo”, afirmou.

As duas partes envolvidas terão de fazer concessões, diz o presidente em seu pronunciamento. “Quem empresta terá de reduzir as taxas de juros e arcar com os pagamentos mensais reduzidos a fim de evitar outra onda de despejos. Os mutuários terão de fazer os pagamentos em dia em troca da oportunidade de reduzir esses pagamentos.”

Fonte: Folha Online

Publicado por: Junior de Bortoli | 18 fevereiro, 2009

Tecnisa pretende captar R$ 50 milhões com venda de notas promissórias

A incorporadora imobiliária Tecnisa revelou hoje que vai realizar uma captação de R$ 50 milhões por meio de uma emissão de notas promissórias. Os recursos serão usados pela empresa para a “aquisição de terrenos e incorporação de empreendimentos imobiliários”.

Segundo os termos da oferta, serão vendidas 100 notas promissórias com valor unitário de R$ 500 mil cada. Os coordenadores da oferta são a Planner Corretora e o Banco do Nordeste, sendo que este último ofereceu garantia firme para a compra dos papéis.

As notas serão emitidas com prazo de 360 dias e a taxa de juros de remuneração será de CDI mais um spread de 4% ao ano. Tanto o principal como os juros serão pagos no vencimento.

Fonte: Fernando Torres (Valor Online)

Publicado por: Junior de Bortoli | 18 fevereiro, 2009

Workshop: Madeira Legal no Combate ao Aquecimento Global

Conheça as vantagens ambientais no uso de madeira de origem legal em construções. O workshop acontece nas regionais do CREA-PR das 19 às 22 horas, conforme calendário:
– 17/03 – Londrina;
– 18/03 – Maringá;
– 19/03 – Apucarana;
– 24/03 – Ponta Grossa;
– 26/03 – Curitiba;
– 15/04 – Cascavel
– 16/04 – Pato Branco.

O curso é promovido pela Fundação de Pesquisas do Paraná (FUPEF) em parceria com o CREA-PR. Inscrições: serão abertas em breve e feitas exclusivamente pela internet, no site www.crea-pr.org.br , ícone PRO-CREA. Informações pelo site, pelo e-mail procrea@crea-pr.org.br ou pelo telefone 0800-410067.

Fonte: CREA-PR

Publicado por: Junior de Bortoli | 18 fevereiro, 2009

Curso de sistemática para aprovação de projetos junto à SMU

Acontece de 09 a 13/03, das 19h às 22h30, Curso de sistemática para aprovação de projetos junto à Secretaria Municipal de Urbanismo (SMU) de Curitiba (PR). Promoção: SINDARQ – Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas no Estado do Paraná. Inscrições e informações: acesse www.crea-pr.org.br , ícone PRO-CREA ou Sindarq-PR (41) 3014-0601 e sindarq-pr@creapr.org.br .

Publicado por: Junior de Bortoli | 18 fevereiro, 2009

Agenda de Cursos e Eventos – Cursos na área de perícias em Curitiba

O Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia do Paraná – IBAPE-PR realizará dois cursos sobre perícias, destinados a profissionais das áreas de engenharia, arquitetura e demais interessados. Confira:

– Perícias em Condomínios nos dias 13 e 14 de março, das 8h30 às 17h30, que tem como objetivo apresentar elementos teóricos com embasamento nas normas técnicas sobre as principais perícias realizadas em condomínios, destacando sua importância para resguardar direitos na apuração de responsabilidades.

– Laboratório de Perícias Judiciais nos dias 16 (18h30 às 22h30) e 17 de março (8 às 18h), cujo objetivo é apresentar as técnicas de elaboração de laudos periciais nos diversos tipos de ação, formulação de quesitos e qual a sistemática das perícias judiciais.

Para inscrições e informações, acesse www.crea-pr.org.br , ícone PRO-CREA ou IBAPE-PR (41) 3225 1167 e ibapepr@ibapepr.org.br.

Fonte: CREA-PR

Publicado por: Junior de Bortoli | 18 fevereiro, 2009

O Boticário vai ampliar capacidade de produção

Sete anos depois da última grande ampliação em sua fábrica, localizada em São José dos Pinhais (PR), a fabricantes de perfumes e cosmésticos O Boticário vai investir R$ 85 milhões no local até 2012 para aumentar a capacidade de produção em 40%. Atualmente a empresa pode fazer até 95 milhões de unidades de produtos por ano. Como vendeu cerca de 80 milhões de unidades em 2008, a direção decidiu que era hora de ampliar a estrutura.

Outros R$ 85 milhões serão investidos no primeiro centro de distribuição da empresa, que terá 30 mil metros quadrados e será construído em Registro (SP). A intenção é ficar mais perto de São Paulo, principal centro consumidor do país, e atender melhor as 2,6 mil lojas franqueadas da marca. O presidente de O Boticário, Artur Grynbaum, disse que os R$ 170 milhões em investimentos programados para os próximos três anos são uma amostra de que a empresa “acredita em crescimento” mesmo em época de crise.

O executivo ainda não se sente à vontade para falar das metas para 2009, mas adiantou que planeja crescer acima dos 10% que estão sendo estimados pelo segmento de higiene, perfumaria e cosméticos. “Queremos continuar crescendo mais que o mercado”, disse. Ontem a empresa divulgou o balanço de 2008 e mostrou que o desempenho superou a previsão de aumento de vendas de 18% anunciada em dezembro. O crescimento foi de 25% e o faturamento chegou a R$ 1,044 bilhão.

O Boticário começou o ano reforçando sua estratégia de marketing. Pela primeira vez está patrocinando um programa de televisão (“Fantástico”, da Rede Globo), ao custo de R$ 54 milhões em 2009. Também vai usar R$ 1 milhão na manutenção do Jardim Botânico de Curitiba – a concorrente Natura também já cuidou do local – e seus clientes vão concorrer a viagens para Nova York. Grynbaum contou que, ao todo, deverão ser gastos R$ 150 milhões em publicidade, um aumento de 40% em relação ao ano passado.

A empresa está presente em 1.521 municípios do país e seu portfólio é formado por 600 itens. Grynbaum explicou que parte da ampliação da fábrica deverá ficar pronta em 2010 – o investimento contempla novos equipamentos e edificações na área de produção. O início da operação do centro de distribuição está previsto para o segundo semestre de 2009 e ele vai gerar cerca de 200 empregos, entre diretos e indiretos. Até 2012, outros 250 postos de trabalho serão criados na fábrica, sendo 40 ainda em 2009. A empresa possui hoje 1,4 mil empregados.

O presidente da empresa disse que os investimentos poderão ser feitos com recursos próprios e está sendo avaliado um financiamento do BNDES. “Um ou dois anos após a conclusão das obras, devemos investir de novo”, adiantou. Ele acrescentou que a expansão internacional vai “ficar na geladeira” por enquanto, mas a empresa pretende melhorar a operação nos 15 países em que já atua. Grynbaum contou que O Boticário não mexeu nos preços dos produtos e, como o dólar tem impacto nos custos (porque importa matéria-prima), está negociando com fornecedores. “Queremos ser assertivos nos movimentos que fazemos”, disse.

Fonte: Marli Lima (Valor Econômico)

Publicado por: Junior de Bortoli | 17 fevereiro, 2009

Série Especial: Índios Enawenê Nawê atacam obras no MT (Final)

 

Índios das etnias Nambiquara, Parecis, Myky e Rikbatsa expressaram, por meio de um documento, repúdio às ações realizadas pelos Enawenê Nawê que, num grupo de aproximadamente 100 índios, saquearam e incendiaram as obras da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Telegráfica, no rio Juruena.

Por não concordarem com a construção de oito PCHs ao longo do rio Juruena, os Enawenê Nawê reagiram com violência. Em outubro do ano passado, eles se reuniram, junto com as demais quatro etnias, para discutir os impactos das obras e uma compensação a ser paga com os empreendedores, a Funai e o Estado, por meio da Secretaria do Meio Ambiente (Sema). As quatro etnias acordaram que deveria ser paga uma compensação inicial de R$ 6 milhões por impactos sócio-ambientais provocados pelas obras. Por sua vez, os Enawenê Nawê alegaram que os empreendedores (a empresa Juruena Participações S/A) planejavam construir mais PCHs na região e recusaram o acordo. O resultado foi a destruição no canteiro de obras da maior PCH do complexo em construção, a Telegráfica, com potência de 30 megawatts.

Publicado por: Junior de Bortoli | 17 fevereiro, 2009

Senador quer ampliar prazo de isenção do IR na venda de imóveis

 O senador Papaléo Paes (PSDB-AP) apresentou projeto de lei (PLS 21/09) para ampliar o prazo de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) sobre o ganho obtido na venda de imóveis residenciais, desde que o vendedor aplique o produto do negócio na compra de imóveis residenciais no país. A matéria está tramitando na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e depois vai à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde será votada em decisão terminativa.

Pela proposta, o prazo seria ampliado dos atuais 180 dias para 365 dias, contados da data de celebração do contrato de venda. Na justificação do PLS 21/09, Papaléo argumentou que um negócio imobiliário tem peculiaridades e complexidades que o diferenciam de qualquer outro. Assim, a comercialização de bens imóveis, que têm maior valor monetário, acaba dependendo de fatores externos para se concretizar, como taxa de inflação, condições de financiamento e variações do mercado financeiro. São essas peculiaridades que dificultariam conciliar a venda e a compra dos imóveis.

“Quantas vezes se vê um imóvel anunciado para venda durante meses seguidos antes que possa ser efetivamente vendido?”, indaga.

O PLS 21/09 também atribui ao Poder Executivo o dever de estimar o montante da renúncia fiscal decorrente desse benefício. De qualquer modo, Papaléo acredita que a ampliação desse prazo de isenção não causará “prejuízo sensível” ao Erário, representando ainda um melhor ajustamento da lei à realidade de mercado.

Fonte: AGÊNCIA SENADO

Publicado por: Junior de Bortoli | 16 fevereiro, 2009

Amanco amplia a produção em 20%

Em meio às notícias de demissões em massa, retração econômica e crises sem paralelo em diversos setores, a Amanco, segunda maior fabricante de tubos e conexões no Brasil, decidiu que esta é a hora para ampliar sua capacidade de produção. Prevendo um crescimento de 22% no volume de vendas este ano, a companhia controlada pelo grupo mexicano Mexichem está investindo na compra de máquinas e equipamentos para expandir para 150 mil toneladas sua capacidade de produção nas quatro fábricas que tem no país, um aumento de 20%.

Os planos da empresa, que registrou um aumento de 34% em sua receita em 2008 sobre 2007 atingindo US$ 440 milhões, não se resumem apenas em expandir a capacidade produtiva. A Amanco ampliou em 75% sua verba publicitária e deve investir cerca de R$ 60 milhões em marketing este ano. A maior parte desses recursos serão aplicados em uma estratégia de divulgação da marca em rádio e televisão, mais especificamente em eventos ligados a futebol.

A Companhia chegou ao país em 2006 prometendo tomar o primeiro lugar do setor da catarinense Tigre em cinco anos e garante que ainda não sentiu nenhum efeito da crise que instalou-se mundo afora e também no Brasil. “Crescemos 16% em vendas no mês de janeiro quando comparamos com o mesmo período do ano passado”, diz Marcos Bicudo, presidente da empresa no Brasil. Para ele, o país foi, de certo modo, beneficiado pela retração econômica que se observa nos últimos quatro meses. “O setor vinha em um ritmo tão agressivo que seria inevitável uma inflação de demanda, isso já estava acontecendo antes de outubro e a crise vai servir para que todos se reorganizem”, diz.

A decisão de investir R$ 51 milhões em expansão das unidades produtivas faz parte desse plano de “reorganização” da Amanco. A companhia operou no ano passado com 82% de sua capacidade instalada, índice alto demais na opinião do executivo. “Isso é média, quando excluímos os momentos de baixa sazonal vemos que nós operamos no limite”, diz o executivo.

Neste momento a Amanco não planeja ampliar o número de unidades fabris. As duas fábricas de São Paulo e as outras duas de Santa Catarina, com os investimentos que estão sendo feitos na compra de novos equipamentos, serão suficientes para atender a demanda de 2009. “O mercado estima crescer 11%, mas nós acreditamos que vamos crescer o dobro disso, a indústria da construção não parou e os sinais são de que ela continuará a crescer com vigor”, afirma. Bicudo baseia sua opinião no grande contingente de brasileiros que migraram das classes D e E para a classe C, o aumento do crédito e o déficit habitacional de oito milhões de residências no país.

Mesmo com o crescimento exponencial das grandes construtoras, mais de 80% do mercado de construção civil no Brasil ainda está concentrado no varejo. “As grandes podem estar sentindo porque a classe média está tendo restrições ao crédito, mas as camadas mais populares, que são quem realmente movimenta a indústria no país, continuam construindo, não observamos nenhuma retração”, disse.

O investimento da Amanco não foca apenas o crescimento do mercado. Todo o esforço de marketing e o aumento da escala também estão ligados diretamente ao objetivo da companhia de ganhar mercado de sua maior concorrente na América Latina, a Tigre. A Amanco garante que o único país em que não é líder de mercado é o Brasil. “Estamos na contramão da crise porque o Brasil é estratégico para nosso acionista, queremos ser os líderes aqui também”, diz Bicudo.

De acordo com o presidente da companhia, no ano que vem ou, no máximo, em 2011, a Tigre será superada. A companhia catarinense afirma ter mais de 50% do mercado brasileiro e de liderar o segmento de tubos e conexões na América Latina. No país o setor não é auditado por nenhum órgão independente e não é possível saber com exatidão a fatia de mercado que cada uma das duas empresas possui.

Fonte: Yan Boechat

Publicado por: Junior de Bortoli | 16 fevereiro, 2009

PUC-PR vai investir em infraestrutura

A Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) vai receber 50 milhões em investimentos. A maior parte será destinada a obra de infraestrutura nos seus cinco campus e interior do estado.O investimento é parte de um plano que deve totalizar em três anos, um aporte de recurso de cerca de  R$ 140 milhões – dos quais 15 milhões serão aplicados num novo edifício para o Hospital Universitário Cajuru (HCU) até 2010.

As obras e benfeitorias devem concentrar mais de 70% dos investimentos previstos para 2009, chegando a um total de R$ 38,3 milhões. O restante será utilizado para aquisição de equipamentos.

Entre as obras de infraestrutura está a reforma do antigo prédio da Providência, que vai abrigar a primeira unidade do PUC Tecnoparque. A proposta do Tecnoparque é ser um centro de pesquisas para empresas de base tecnológicas e aumentar a interface entre o meio acadêmico e setor produtivo.

Fonte: Gazeta do Povo

Publicado por: Junior de Bortoli | 13 fevereiro, 2009

Pérolas da Construção II

Mais alguns “exemplos” de competência na engenharia.

n651716910_1425050_6390

n659524971_1712506_7936

n669323241_1404570_75091

n669323241_1404573_8431

n669323241_1404574_8732

Publicado por: Junior de Bortoli | 13 fevereiro, 2009

Pérolas da Construção

Confira algumas construções mais que estranhas.

n519598854_1055706_87492

n546063084_1142752_6900

n564122764_1117137_3059

n651716910_1425047_4522

n651716910_1425049_5829

Publicado por: Junior de Bortoli | 13 fevereiro, 2009

CVM agora regula contabilidade de empréstimos, estoques e construção

Dando sequência ao processo de regulamentação do novo padrão contábil brasileiro, que deverá se alinhar à linguagem internacional do IFRS, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) colocou hoje em audiência pública três minutas de deliberação envolvendo novos pronunciamentos elaborados pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC).

O CPC 20 trata de “Custos de Empréstimos” e, segundo autarquia, não deve trazer grandes novidades em relação à regra atualmente vigente. A principal mudança, segundo a CMV, está relacionada com a contabilização dos custos de empréstimos como parte do custo da aquisição de um ativo, quando for possível determinar a ligação direta entre o empréstimo e a compra do bem.

Outra regra colocada em audiência publica hoje é o CPC 17, que abrange os “Contratos de Construção”. A norma tem como objetivo dar diretrizes para que as empresas deste segmento, que tem suas peculiaridades, façam o reconhecimento de receitas e despesas ao longo do prazo dos contratos.

O terceiro pronunciamento que deverá ser debatido pelos agentes do mercado é o CPC 16, que tem como tema os “Estoques”. A regra prevê que as empresas deverão reconhecer custos de estoques quando o valor de mercado dos bens tiver alteração, já que eles deverão ser contabilizados com o menor valor entre o custo e o “valor realizável líquido”.

Os interessados que quiserem participar das audiências deverão se manifestar até o dia 10 de abril.

Fonte: Valor Online

Publicado por: Junior de Bortoli | 13 fevereiro, 2009

Nem todas as empresas pagam contribuição sindical

Anualmente, todos os empregadores deparam-se com a Contribuição Sindical Patronal, pagamento aos sindicatos com a função de auxiliar o custeio de suas atividades essenciais, previsto pela Constituição. Sua natureza tributária faz com que ela seja exigida compulsoriamente das empresas, mas não apenas dos associados aos sindicatos, como também de todos os integrantes da categoria econômica.

Ao estabelecer os critérios de cálculo da contribuição sindical patronal, a CLT esclarece que o tributo é devido pelos empregadores, na proporção de seu capital social, conforme uma tabela progressiva, e determina o mês de janeiro como prazo anual para a contribuição.

Há empresas, no entanto, que mesmo não sendo empregadoras, também enfrentam cobranças desta contribuição. São pequenas empresas que não possuem quadro de empregados, mas têm apenas os sócios trabalhando, ou então aqueles que trabalham como prestadores de serviços. A CLT, que regulamenta esta contribuição, define em seu artigo 2º como empregadores “a empresa, individual ou coletiva, que, assumindo os riscos da atividade econômica, admite, assalaria e dirige a prestação pessoal de serviço”. Profissionais liberais, instituições de beneficência, associações recreativas e outras instituições sem fins lucrativos que admitem empregados também estão sujeitos à cobrança do tributo.

Diante disto, conclui-se que a contribuição sindical patronal incide apenas sobre estas empresas, sendo excluídos aqueles que não mantêm empregados e os empregadores que não compõem categoria econômica, tais como os sindicatos. Este entendimento é corroborado pela Nota Técnica SRT/CGRT 50/2005, publicada pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Segundo ela, o artigo 580 da CLT, ao relacionar os contribuintes, é taxativo ao estabelecer a obrigatoriedade do recolhimento da contribuição sindical tão somente aos empregados, agentes ou trabalhadores autônomos e profissionais liberais e empregadores.

Outra discrepância entre a regulamentação e a atuação dos sindicatos refere-se às empresas que optaram pelo Simples Nacional. O caso não está previsto na CLT e é objeto de diversas discussões legais, uma vez que tais empresas fazem sua arrecadação por meio de um único documento, estando dispensadas do pagamento das demais contribuições instituídas pela União. Dentro da Lei Complementar 123/2006, que instituiu o Simples, o 4º parágrafo permitia a cobrança da contribuição sindical patronal. Esta parte no texto foi vetada pelo Presidente da República e a empresas estão, hoje, isentas deste tributo.

Os sindicatos frequentemente fazem a cobrança da Contribuição Sindical Patronal sem atentar para estas duas situações de exceção, mas apenas levando em conta o fato da empresa ter sido aberta. Por desconhecer que estão isentos deste imposto, muitos empresários acabam efetuando o pagamento anualmente. A cobrança praticada pelos sindicatos não só é indevida, mas irregular. É essencial que haja uma mobilização tanto por parte do MTE, responsável pela fiscalização, quanto das próprias empresas, no sentido de fazer valer seus direitos, devidamente embasados pela Constituição e outras normas federais.

Fonte: Consultor Jurídico

Publicado por: Junior de Bortoli | 13 fevereiro, 2009

De graça

O site  www.freegreen.com oferece plantas de casas com projetos ecologicamente corretos de graça. Vale uma visita.

Publicado por: Junior de Bortoli | 13 fevereiro, 2009

Até dia 20/02

 Em sua segunda edição, o Prêmio IDEA/Brasil 2009 de design de produtos estará com inscrições abertas até 20 de fevereiro. O evento é a rodada brasileira que classifica os vencedores, automaticamente, para a disputa internacional denominada IDEA – International Design Excellence Awards que acontece nos EUA desde 1980.

Aberto a profissionais, estudantes e empresas está dividido em 18 categorias, a saber: Ambientes; Acessórios pessoais; Casa; Comerciais e industriais; Comunicação; Design de interface; Escritório; Embalagens; Estudantes; Estratégia de design; Ecodesign; Entretenimento; Informática; Jóias; Lazer e recreação; Médicos e científicos; Pesquisa; Transportes.

Os interessados podem obter o regulamento e fazer inscrições no site http://www.ideabrasil.com.br

Para referências, veja a galeria dos vencedores desde 2000 no site da IDSA.org

Fonte: Arcoweb

Publicado por: Junior de Bortoli | 13 fevereiro, 2009

Professor da UFPR

As inscrições para concurso público para a carreira docente no Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Paraná vão até o dia 17 de fevereiro, próxima terça-feira. Mais informações: ( 41 )3361-3085

Publicado por: Junior de Bortoli | 13 fevereiro, 2009

Para estudantes de todo o Brasil

As inscrições para o “5º Prêmio Nacional de Pré-Fabricados de Concreto para estudantes de Arquitetura” podem ser feitas até o dia 30 de abril. O primeiro colocado receberá R$ 6 mil. O segundo e o terceiro lugares levarão R$ 3 mil e R$ 2 mil, respectivamente.

Os trabalhos devem ser entregues na secretaria do Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento São Paulo, na rua Bento Freitas, 306 – 4º andar, Centro de São Paulo até às 18hs do dia 31 de agosto.

Fonte: Piniweb

 

Publicado por: Junior de Bortoli | 13 fevereiro, 2009

Centro de Educação para Sustentabilidade

Localizado em Santana do Paraíba, região metropolitana de São Paulo, o Centro de Educação para Sustentabilidade é um espaço de 288 metros quadrados, construído pela Fundação AlphaVille,  que será utilizado para atividades pedagógicas relacionadas ao meio ambiente.  O Centro funciona também como showroom de técnicas construtivas sustentáveis.

A iniciativa recebeu o título de “Top Ambiental 2008” oferecido pela ADVB (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil).

« Newer Posts - Older Posts »

Categorias